quinta-feira, 9 de junho de 2011

Animal não é Produto, Não alimente essa atividade cruel que é o comércio de animais.

Cada vez que alguém cede ao apelo do “bicho fofinho” sem a devida responsabilidade, e COMPRA um animal em feiras, praças, petshops ou canis, contribui para alimentar as chamadas “fábricas de filhotes”.

Esses criadores irresponsáveis, movidos pelo desejo de lucro fácil, literalmente FABRICAM ANIMAIS, usando fêmeas como se fossem máquinas, desprezando o fato de que elas também são seres vivos, que precisam de descanso, cuidados médicos, têm necessidades maternais de estarem próximas dos filhotes e necessidades afetivas.

Animais usados como reprodutores são tratados como meros produtos: vivem em isolamento contínuo, enjaulados por anos sem qualquer tipo de carinho, e não recebem cuidados médicos adequados, visto que veterinários e remédios são caros, e para que a venda de seus filhotes seja mais lucrativa é necessário economizar com tratamento médico.

Quando esses animais já não podem mais se reproduzir por estarem doentes ou velhos demais, são simplesmente descartados, sendo muitas vezes abandonados nas ruas ou sacrificados. Por isso, quando alguém compra um animal, alimenta esse mercado IMORAL e INESCRUPULOSO de vidas.
ANIMAL NÃO É PRODUTO. Não alimente esta indústria cruel! Existe a Lei Municipal n° 8.413/2005 que proíbe a venda de animais em feiras, ruas ou praças. Não seja CÚMPLICE dessa ILEGALIDADE! NÃO COMPRE, ADOTE!
Há muitos animais em abrigos de entidades de proteção à espera de um guarda responsável como VOCÊ. Geralmente são animais que foram resgatados das ruas e que sofreram maus-tratos, e assim que forem adotados, darão lugar a outros animais, que também serão retirados das ruas e de situações de risco. Eles são tratados por entidades protetoras que nada recebem em troca a não ser a paz de ver alguns animais a salvo. Eles trabalham com seus próprios recursos financeiros, sem ajuda estatal, apenas com a ajuda de poucas pessoas que apóiam seu trabalho. Por isso, ajude um animal carente a sair das ruas e evite a exploração de animais em fábricas de filhotes.

ONDE ADOTAR? Feira de adoção da ASDEPA, domingo, Praça de República, ao lado da guarita da Guarda Municipal. Contato: www.asdepa.com.br ou asdepa2007@yahoo.com.br. Ou procure o Centro de Controle de Zoonoses.
Seja compassivo, colabore com os Animais!
"Enquanto a humanidade provocar o sofrimento e a morte prematura de seres de outros reinos da natureza, estará sujeita a doenças. O massacre de animais gera carma negativo, que é compensado por meio de enfermidades nos corpos humanos".  (Trigueirinho)

domingo, 5 de junho de 2011

Abandonar um animal de estimação é um ato abominável

Um gato, um cachorrinho não são brinquedos, não são coisas, não são descartáveis.  São seres sensíveis, inteligentes, que sentem alegria, tristeza, medo, dor, saudade, angústia, e muito afeto pelos donos. Então pense bem antes de sair comprando (que horror!) ou adotando por impulso (muitas vezes pra ser brinquedinho de seus filhos) e pense muito mais antes de cometer o ato abominável, deseumano de se desfazer de seu animal só porque lhe dá despesas, porque evacua, faz xixi, come, e adoece.
Adotar ou comprar  deve ser um ato bem pensado, planejado,  ror!)  um animal  adoção ou compra de um animal deve ser algo planejado. Informe-se com pessoas que têm animais, com veterinários, pesquise na internet sobre as característica da raça desejada, reflita se se é o que você imagina e se você pode oferecer o que esse tipo de animal necessita. Pesquise sobre o comportamento desses animais, estimativa (tempo) de vida, doenças, cuidados que deve ter. Você viaja muito? tem com quem deixar? Não compre ou adorte um cãozinho se pretende  deixá-lo sozinho o tempo todo, ele vai se sentir triste, entediado, deprimido, vai "sujar seus tapetes, fazer estragos só pra tentatr dizer "eu existo, estou aqui". Não adote gatos se vai querer amarrá-los pra não arranhar seu sofá, isso é maldade pura, o gato é uma animal que ama a liberdade, deixá-lo preso é matar sua alma. Não faça isso.

Mas se está disposto a ser companheiro (a) de seu companheiro animal, terá o melhor companheiro do mundo, os animais são inocentes no amar, leais, e com doçura e amor podemos educá-los.

Tenho 4 gatos e a mais jovem já está com nove anos, a mais velha com 12. Todos são castrados. Castre o seu animal, é uma ato de amor! Evita a superpopulação e o sufoco na busca de que adote os filhotes (porque abandonar os filhotes é ato de crueldade e abandonar o animal porque está prenhe ou porque está doente é igualmente cruel, abominável! sem dúvida quem faz isso atenta contra a Lei do Carma, e vai colher os frutos de seu ato perverso, em forma de doenças, tragédias, e coisas piores).

No mais, "Bem aventurados aqueles que se compadecem dos animais e os ajudam"

quinta-feira, 21 de abril de 2011

existirmos, a que será que se destina

Se existir é lembrar, acho que comecei a existir com uns cinco ou seis anos e ainda assim,precariamente. Lembro do primeiro dia de aula, e como não poderia lembrar? foi terrível, apavorante, como aliás, todos os anos que seguiram na escola primária. magrela e tímida eu era o alvo perfeito para as brincadeiras sádicas de Virgínia e outras  meninas das quais não lembro mais os nomes. Foram quatro anos de sofrimento sob o olhar omisso da mesma professora da qual até o nome eu esqueci. Mas não foi fácil esquecer as maldades, nem perdoar. Mas passou, como passou a infância, uma infância sem muitas alegria e com muitas tristeza, a maior delas aos oitos anos quando tive que encarar a morte no corpinho de meu irmão.
Se existir é sentir prazer, só comecei a existir na adolescência, no curso ginasial onde, menos tímida fiz minhas primeiras amizades, na emoção do primeiro baile, do primeiro beijo, dos amassos no escurinho do cinema. Mas ainda havia muita dor, sentimento de rejeição. Existir não era fácil, o prazer era proibido.
Se existir é fazer amor,  só comecei mesmo a existir aos dezoito anos. O primeiro amor a virgindade perdida, a vida palpitando no corpo, e fora dele, existir era preciso, e muito. Mas além do amor, havia dor, conflitos, escolhas, dúvidas, e muita dor.